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Sunday, July 21, 2024

Ele não é tão bom quanto você pensa: pare de mentir para si mesmo


Notas do Podcast

O coração é uma força poderosa, que persegue incansavelmente o que deseja, muitas vezes sem a nossa realização consciente. Esta busca pode levar-nos a envolver-nos numa prática enganosa chamada FIBing – Filling In Blanks. Este acrônimo inteligente revela um padrão de comportamento preocupante em que, sem informações concretas sobre alguém, preenchemos as lacunas de maneira otimista, com pensamentos positivos e não com a realidade. Esse comportamento prejudica nosso sucesso em encontrar conexões genuínas e aumenta significativamente o risco de sofrimento.

As três principais maneiras pelas quais nos enganamos

1.Os primeiros estágios do namoro: a ilusão do conhecimento

Quando conhecemos alguém pela primeira vez, especialmente através das lentes do namoro on-line, nosso conhecimento é mínimo, na melhor das hipóteses. Apesar disso, muitas vezes ficamos desesperados para saber mais, para compreender o que o futuro reserva para esta relação nascente. Esta fome de conhecimento leva-nos a preencher o desconhecido com detalhes excessivamente optimistas e muitas vezes irrealistas, criando uma imagem de falsa perfeição. Esta imagem é sedutora porque incorpora o potencial mágico que esperamos num relacionamento. No entanto, esta idealização inicial pode oscilar para o outro lado, levando a dúvidas e preocupações desnecessárias se estivermos propensos a pensar demais ou tivermos tendências evasivas. Poderíamos começar a imaginar problemas que não existem, preenchendo momentos de paz com preocupações desnecessárias – um comportamento que chamo de “problemicidade”.

2. Comparações falsas/em branco: o superb imaginário

Outro cenário comum do FIB envolve comparar a pessoa com quem estamos namorando a um parceiro imaginário e superb. Esse “outro” fictício é dotado de todas as qualidades que desejamos, fazendo com que nosso parceiro da vida actual pareça deficiente em comparação. Esta comparação é inerentemente injusta e irrealista, mas é uma armadilha em que muitos de nós caímos, distorcendo a nossa percepção da relação precise.

3. FIBs iscados: a armadilha da imprecisão

Às vezes, a pessoa com quem namoramos contribui para nossa mentira ao ser intencionalmente vaga ou reter informações. Esta falta de especificidade permite-nos preencher as lacunas de uma forma que sirva as nossas esperanças e desejos, não necessariamente a realidade da situação. Quando as questões sobre o futuro ou o compromisso são respondidas com respostas evasivas, podemos ouvir estas não-respostas da forma mais optimista. No entanto, esta interpretação esperançosa muitas vezes nos afasta ainda mais da verdade.

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Para concluir
Quanto mais nos entregamos a esses FIBs, mais investimos nas ilusões que criamos. Admitir que estávamos errados torna-se cada vez mais difícil à medida que nos apegamos a estas ficções atraentes, tornando difícil aceitar a realidade como ela é. Na busca pelo amor e pela conexão, vamos nos comprometer a ver com os olhos, não apenas com o coração.

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