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Sunday, July 21, 2024

Não precisamos sofrer para provar o quanto amamos alguém


Muitos de nós confundimos sofrimento com amor. Na verdade, alguns de nós confundem o sofrimento com a prova de que somos uma boa pessoa. É como se não valorizássemos alguém ou sentíssemos que somos dignos e não fazíamos o “suficiente”, a menos que estivéssemos lutando e nos esforçando.

Fomos socialmente condicionados a acreditar que namorar e progredir em um relacionamento significa alimentar à força o nosso afeto em alguém, não importa o quão mal ele se comporte ou mesmo o quanto deixamos de desejá-lo de verdade. Achamos que agradar as pessoas é a forma como ganhar o direito de ser amado. Fiz todas as coisas certas e sofri! Como você ousa não me amar!

Esta mentalidade de sofrimento faz com que apoiemos um parceiro, por mais humilhados, marginalizados e negligenciados que possamos ser. Acreditamos que é disso que se trata o amor, mesmo que isso signifique que não temos mais nada para nós mesmos. Às vezes faremos campanha como um operador de telemarketing que está obstinadamente focado em superar objeções e nos tornaremos um capacho e quebraremos nosso proverbial again no processo.

A dor não é amor; é dor. Não é preciso machucar para amar, como se quanto maior o sangramento, maior o amor. Você precisa amar para amar.

Descubra os cinco estilos de agradar as pessoas, incluindo o sofrimento, no meu livro A alegria de dizer não. Eu lhe mostro como sair do ciclo de agradar as pessoas para que você possa dizer sim à vida que deseja.

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